Seinfra realiza vistoria na orla para verificar estragos causados pela maré (PB)

22:19 Marco Lyra | Engenheiro Civil | Especialista em Obras de Defesa Costeira. 0 Comentarios


Os serviços de restauração deverão ser iniciados no prazo de 45 a 60 dias

Ressaca em Cabo Branco
Ressaca em Cabo Branco
A Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) realizou uma vistoria no Mercado do Peixe e no Largo da Gameleira, no bairro de Tambaú. A equipe esteve no local para verificar a queda do muro de arrimo e do gabião, danificados pela força da maré. Os serviços de restauração deverão ser iniciados no prazo de 45 a 60 dias.

O secretário de Infraestrutura, Ronaldo Guerra, explicou que um engenheiro fiscal da Seinfra foi ao local para fazer um levantamento dos danos e traçar o orçamento dos custos da obra. “Essa projeção orçamentária ainda esta sendo realizada. Após a conclusão dessa etapa, deverá ser contratada uma empresa para executar o serviço de restauração”, explicou.

Há aproximadamente dez dias, a força da maré derrubou parte do muro de arrimo e do gabião que protegem o Mercado de Peixe e o Largo da Gameleira da alta da maré. Neste fim de semana, a maré voltou a provocar estragos no local.

Embora a maré alta tenha provocado destruição na estrutura do Mercado do Peixe, de acordo com o coordenador da Defesa Civil Municipal, Noé Estrela, não há necessidade de interditar o local. “O local foi monitorado, mas detectamos que não há riscos para a população. Logo, não existem motivos para que o local seja interditado”, destacou.

Placas de advertência – A maré alta causa preocupação em todo o trecho da orla da Capital. Para evitar que a população não sofra danos, a Defesa Civil instalou placas de advertência no trecho do Cabo Branco, nas proximidades da falésia até a Praça de Iemanjá.Segundo Noé Estrela, as placas foram colocadas com o objetivo de alertar que a população não chegue perto da calçada em dias em que são registradas altas da maré. “Aquele trecho do Cabo Branco é o que nos preocupa, porque deixa um rastro maior de destruição e oferece perigos reais. Por este motivo deixamos placas bem sinalizadas alertando a todos sobre o perigo de se aproximar do muro que protege a calçadinha”, afirmou.
Fonte: http://portalcorreio.uol.com.br

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